sábado, 19 de setembro de 2009

Deixa o Jabor falar por ele mesmo...


video

Will brigado por ter posto no seu blog enquanto eu não conseguia aqui.

sábado, 12 de setembro de 2009

Soldiers of Jah Army

Meu irmão ta nos EUA estudando, e aí ele foi no show de uma banda de reggae chamada Soldiers of Jah Army a.k.a. S.O.J.A

Conheceu os caras, bebeu com eles e tal.

Bom, o que interessa pra nós ééé fazer amor de madru.. opa.. empolguei

Bom, o que interessa pra nós é que ele resolveu me apresentar o som dos caras.. e véio... é doido!

Batida diferente, swing bacana. A banda não é tão nova assim, tem um monte de disco gravado, mas pra mim é novidade e to compartilhando.

Os caras falaram pro meu irmão q virão para Brasília em novembro.

Essa é a música carro chefe do último CD Born in Babylon, lançado agora em agosto

Curtam aí

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Prototype - Game Review - PC



Junte New York City, com experiências genéticas, com armas biológicas, com apocalise zumbi, com conspirações geopolíticas, com caos ( há controvércias, falarei disso em outro post) e destruição e você tem Prototype da Activision.

Destruir, pilha e matar é o tema desse jogo, porém sem piratas. Você é Alex Mencer um cara que foi cobaia em uma experiência com vírus mutantes e acorda sem memória e com super-poderes. Que salada né? Seu objetivo passa a ser descobrir o que aconteceu com você e de quebra destruir New York pelo caminho.

Chega de spoilers.

O jogo em si é muito bom. Não estará nos livro de história, mas é uma excelênte releitura do genêro lançado pela série Grand Theft Auto e utilizada em Spider-Man 2 e 3, por exemplo.

A jogabilidade é tranquila, usando o já clássico modelo WASD + mouse. funciona de forma bem intuitiva e a câmera é sua amiga o tempo todo, mesmo assim o botão X traz a câmera de volta para as costas do personagem, só lembro de ter usado isso 2 ou 3 vezes. O protagonista vai descobrindo os seus poderes aos poucos, apesar de serem bastantes, a entrada progressiva deles no cardápio facilita as coisas. Eles têm funções bem definidas, álias, todos eles servem só para destruir, quebrar, matar, e coisas afim, mas de formas diferentes, dependendo da sua necessidade no momento. O que é muito bom, pois haverá momentos onde tem muitos inimigos fracos na tela, ou um único forte e com certeza você vai querer saber o que usar na hora certa.

Morrer é praticamente impossível nesse jogo, mas não pense que se isso acontecer você é um mal jogador. Na verdade, você até esquece que a barra de health existe e ai nem se dá conta se por acaso ela está no fim. Os poderes são comprados com pontos de evolução, inclusive aumentando a health bar, daí você desencana dela de vez. A tendência é aparecer poderes que vão te manter vivo por cada vez mais tempo, injeções de adrenalina, massa crítica e coisas do tipo. no fim das contas você não vai morrer nem querendo.

Os gráficos cumprem muito bem o seu papel para um jogo com proporções tão grandes. Afinal representar New York, com sua população, trânsito, pontos turisticos e fazer o mapa livre pra você andar de um lado pro outro do jeito que quiser não é pra qualque um. Mesmo assim, o grafico é bem competente, não incomoda e representa tudo que se propõe a representar de uma forma muito boa.

O som é bacaninha. Quer dizer, os efeitos sonoros, são excelentes. Todas as falas são dubladas, com opção de legendas, e a dublagem está muito bem feita. Também tem explosões e o barulho das diversas armas e poderes, mas eles se misturam ao cenário e fazem parte dele, assim como os gráficos, cumprindo o seu papel. Já a música... que música? Sério, escrevendo o review agora, não consigo me lembrar de ter escutado música durante o jogo. Se alguém ouviu, por favor comente. Com certeza deve estar lá, mas não chamou minha atenção, e olhe que eu gosto de música.

A história é bem contada, pode parecer confuso no começo, mas o legal é que você se sente tão confuso quanto o protagonista. A medida que as coisas vão se revelando, tudo, inclusive a forma de contar a história, vai fazendo sentido. É praticamente inteirinha contada através de flashbacks, tanto do protagonista, quanto dos coadjuvantes e antagonistas. Ainda há a possibilidade de ir atrás de partes opcionias da plot para completar o quadro todo de intrigas.

As missões no jogo são bem váriadas, o que dá um gostinho bem especial em joga-las. Foram muito bem planejadas para dar impressão de progressão no jogo.

Além da mainplot o jogo é repleto de extras. Challenges do tipo "destrua tudo que ver em cada vez menos tempo," corridas de obstáculos de time-trial e outros. Esses extras são importantes para acumulur pontos de evolução para comprar upgrades mais rápido, que é a forma de conseguir seus poderes de destruiçao em massa. Além disso, há ações opcionais, como invadir bases militares para conseguir poderes extras interessantes. Para conseguir mais pontos de evolução, ainda há Landmarks colecionáveis distribuidas na cidade.

Tudo no jogo é muito bem explicado por inúmeros tutorias simples, com textos bem pequenos e objetivos. Ou seja, eles aparecem , você lê rapidamente e já pode voltar a matar e destruir sem perder o ritmo da respiração. Existem também dicas espalhadas pelo cenário e na tela de loading inicial.

Bom, Prototype é um bom jogo, com uma proposta nova para uma formula antiga. É divertido e, por vezes, viciante. Gráficos competentes, efeitos sonoros também e uma história bem desenvolvida te envolvem num cenário de intrigas e destruição. Percebe-se que o jogo foi bem produzido e que os desevolvedores o fizeram com muito carinho. Eu aprecio muito isso, da mais vontade de aproveitar um trabalho bem feito. Se você gosta da série GTA, gostou de Spiderman 2 (o 3 não, pode jogar fora) e Spiderman Ultimante, provavelmente você irá gostar de Prototype.

Minha nota: 9/10
Nota média de sites de games (Gamespot, IGN, GameZone, etc): 8,5/10

Prototype foi produzido pela Activison.
Foi lançado em 10 de junho de 2009.
Tem classificação ESRB: Mature.

Requerimentos mínimos:
Operating System: Windows® XP (with Service Pack 3) and DirectX® 9.0c or (Windows Vista® with Service Pack 2)
Video Card: 256 MB 3D hardware accelerator card required - 100% DirectX® 9.0c with Shader Model 3 support*
Processor: Pentium(R) Intel Core® 2 Duo 2.6 GHz or AMD Athlon 64 X2 3800+ or better
RAM: 1 GB of RAM for Windows ® XP / 2 GB Windows ® Vista systems
Hard Drive Space: 8 GB of uncompressed hard disk space (Plus 500MB for swap file.)
Sound Card: DirectX 9.0 –compliant sound card
DVD-ROM: DVD-ROM
Peripheral:
100% Windows(R) XP/Vista - compatible mouse, keyboard and drivers
100% Windows(R) XP/Vista - compatible 4X DVD-ROM drive or better (600
K/sec sustained transfer rate) and drivers

*Supported Chipsets for Windows(R) XP and Vista
All NVIDIA® GeForce™ 7800 256 MB and better chipsets
All ATI® Radeon™ X1800 256 MB and better chipsets

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ouvindo a CBN

Hoje, enquanto voltava para casa do Hospital Regional da Samambaia, estava ouvindo a CBN no meu carro.

Era meio-dia e estava no início do CBN Brasil, o Sardenberg, apresentador do programa, dava uma notícia que dizia o seguinte:

Em Utah, nos Estados Unidos, o governo determinou que os funcionários públicos não trabalhariam na sexta-feira. Pó, massa ? Só que eles trabalhariam mais de segunda à quinta. Mas, por que? Por que o governo do estado entendeu que a medida diminuiria o consumo de energia e consequentemente economizar dinheiro do tesouro do estado.

Bom, essa notícia é do ano passado, mas o governo fez um estudo e o resultado foi que houve uma diminuição de 13% no consumo de energia, além disso, houve uma economia de U$ 5 milhões de dólares em gasolina e, em conseqüência, houve diminuição da emissão de milhares de m³ de gás carbónico. Além da diminuição geral dos niveís de estresse dos funcionários. Legal, ?
Outros estados americanos estão estudando a proposta.

Daí eu entendi por que os nossos senadores trabalham só de quarta à quinta (sim, eles preferem usar o termo quarta à quinta e não quarta e quinta). Ora, eles são visionários, estavam a muito pensando economizar dinheiro público com energia e gasolina com essa diminuição da carga horária. Nós somos mesmo muito mauzinhos, falando mal desses velhinhos decreptos. Eles nos amam gente e só pensam em nós... tsc tsc tsc. Nós, eleitores, e nossas mentes desconfiadas. Mas, agora eu entendi a tal da verba indenizatória. É que eles, os senadores, na verdade, são loucos pra trabalhar. Acharam , então, justo receber R$ 15.000,00 de indenização por não poderem trabalhar para economizar o nosso dinheiro.

Convoco todos então a colocar a mão em nossas consciências na hora de votar ano que vem.

É isso! ^^